quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Como Destruir a Igreja Universal do Reino de Deus? Parte 2



Assim que chegou ao quartel-general em Brasília, Talmude o emissário, reuniu-se com o principado do país. Foram convocados para esta reunião algumas potestades do ar, bem como forças espirituais do mal. A mesa onde estavam reunidos, era redonda, com assentos para vinte e seis espíritos. [1]

Havia também uma platéia com cinco mil e quinhentos e sessenta e quatro espectadores. [2] Estes eram os representantes das mais longínquas regiões do país.

E puseram-se a discutir um plano de destruição à Igreja:

Lembraram-se das velhas táticas. Uma potestade reviveu o episódio na década de oitenta, quando um famoso pastor batista, iniciou uma perseguição feroz à igreja, acusando-a de seita. Naquela ocasião os elementos distribuídos na igreja, como rosa, sal e outros, eram vistos de forma negativa pelos evangélicos.
(Este episódio foi superado em 1992, quando os dois líderes se perdoaram mutuamente, para a tristeza do diabo!)

Nisso um espírito com uma aparência muito velha, sentado na terceira poltrona irrompeu aos brados:

Esta igreja não pode continuar a usar esses elementos como isca para atrair as pessoas ao nosso Arqui-inimigo! Eles sabem que o povo brasileiro é místico, e, muitos que foram até eles para buscar uma simples rosa, estão com eles até hoje! – o espírito disse isso, pois nunca na história da evangelização mundial, uma igreja trabalhara desta forma. A revolta do mal era por que eles trabalhavam com a fé inteligente!

Um deles disse:

“Devemos continuar usando pastores caídos, para criticar esta prática, sabemos no fundo qual a intenção deles – levar pessoas de todas as religiões ao Eterno. Lembram-se daquele famoso pastor presbiteriano” – disse um deles, com a aparência muita franzina – “sua mensagem agradava à todos, e gozava de muito conceito para com a sociedade”. 

Um silencio tenebroso pairou sobre todos, se entreolharam e caíram em gargalhadas macabras. O motivo era que o tal pastor presbiteriano,[4] depois de ser usado por eles, caiu em desgraça. Traiu a esposa com a secretária, separand0-se dela tempos depois. Tornou-se um caído. Hoje possui uma pequena congregação, que ojeriza chamar de igreja, bem próximo ao quartel general do principado em Brasília.

O principado suspirou profundamente e perguntou aos seus vis conselheiros: “O que faremos?” – um que estava a direita do principado, e que vestia uma veste brilhosa e resplandecente disse:
- Tive uma idéia – disse ofegante:
É o seguinte: O povo brasileiro tem memória curta e se esquecem rápido dos fatos. 

Vocês lembram que em mil novecentos e vinte e três, quando em Santa Catarina iniciamos o movimento enganoso do cair pelo poder de Deus, foi um sucesso! Pena que fomos impedidos por um dos fundadores da Assembléia de Deus no Brasil, que descobriu o nosso estratagema.[5]

Mas vejam que algumas décadas depois, eles se esqueceram, e continuamos mais do que nunca os enganando. E completou:
Então, vamos semear em seus arraiais, três de nossas filhas: a confusão, a rebeldia e a desconfiança.

Lembram-se daquele grande líder judeu: Moisés? Lembram-se de como conseguimos paralisá-los no deserto por sete dias? (Números 12). É verdade ! Disse um com aspecto de mulher. Até conseguimos colocar orgulho no coração de um de seus Bispos, e derrubá-lo. Todos nós sabemos como a rebeldia a autoridade espiritual, traz conseqüências!

Todos ficaram em silencio por um momento, e lembraram-se melancólicos, dos tempos na eternidade, em que juntos gozavam da Glória de Deus, até que seu chefe supremo se rebelou contra o Altíssimo.

“Toda pessoa esteja sujeita a autoridade constituída por Deus, pois não há autoridade que não proceda de Deus”(Romanos 13:1).
Continua...

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